Policia do RJ realiza mega operação conta TV Pirata (Gato NET).

(Foto: infoTV.RJ)
A polícia do RJ deflagrou uma mega operação nesta sexta feira (20) para cumprir 15 mandados de prisão preventiva e 22 mandados de busca e apreensão. Segundo o que divulgou a delegacia envolvida na investigação, Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC), a operadora Claro NET estava sendo vítima de uma quadrilha formada por quatro empresas credenciadas como prestadoras de serviço e revendedoras de pacotes de TV por assinatura destas operadoras de TV paga.
Estas quatro empresas cujos nomes foram divulgados pela polícia e Ministério Público como sendo CRJ Laboratório de Informática, MBA Telecom, SAF Telecomunicações, JM3 Telecomunicações e Eletrolinda Assistência Técnica. 
As prisões foram efetuadas contra donos e funcionários destas quatro empresas, além de um funcionário da própria operadora de TV Claro NET que foram denunciados por formação de quadrilha e estelionato.
Também segundo os investigadores envolvidos na operação, foram apreendidas dezenas de equipamentos originais das operadoras Claro NET  que eram usados para a pirataria do sinal destas operadoras. O esquema utilizado pela quadrilha foi relatado pelos investigadores da seguinte maneira:
"As empresas credenciadas tinham acesso liberado ao banco de dados da Claro NET pois eram legalmente representantes e prestadoras de serviços da operadora, então elas inseriam neste banco de dados a informação de instalação de pacotes de TV por assinatura revendidos por elas. No entanto utilizavam para isto os dados de terceiros que na realidade não haviam contratado os serviços e que portanto também estavam sendo vítimas do golpe. Usavam para estes cadastramento endereços inexistentes onde não iam instalar os equipamentos que faziam parte da assinatura e recebiam da operadora tanto pela instalação que não existiu quanto uma comissão pelo pacote que foi “assinado” pelo cliente."

A segunda parte do golpe vinha quando estas credenciadas de posse dos equipamentos ativados através do processo fraudulento descrito acima, ofereciam estes equipamentos para terceiros com o valor de assinatura muito abaixo do valor real praticado pela operadora. As pessoas que contratavam estes equipamentos não desconfiavam do golpe pois estavam fazendo a assinatura dentro de uma empresa credenciada pela operadora. Os integrantes da quadrilha eram quem recebiam os valores mensais por estas assinaturas.
Editado por Lorran Matheu.

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